Pequeno dicionário líquido de atitudes para você não se tornar um pau no cu em 2017:
Não quebre imagens.
Não meta a faca(figurativamente ou literalmente) em "pilantras da fé".
Não agrida verbal ou fisicamente ninguém que tenha uma crença diferente da sua.
Não vandalize centros de umbanda.
Não critique quem acredita em reencarnação.
Não seja radical/extremista.
Não seja xiita/sunita você não vive a realidade deles.
Não tente empurrar goela abaixo suas verdades absolutas.
Não seja hipócrita.
Deixe cada um acreditar no que quiser, seja ele/ela um amiguinho imaginário que vem sobre as nuvens(Goku?!) ou um obeso mórbido que prega a paz de espírito com disciplina e auto controle.
Deixe cada um viver como bem entender.
Pare, respire (cuide do próprio rabo) e viva a sua vida.
domingo, 12 de março de 2017
Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Maestro, qual é a musica?!
Biltremente
A dama desprovida de malícia
Ligou-se conosco
Apenas para recrear-se
Biltremente
Apresentou feições necessitadas
Envolta com o mavórcio
Iniciou-se a perverter
Biltremente
Danou-se a caminhar rumo à residência
Informando sobre chamado matriarcal
Ocasionalmente nos encontraremos pela cidade
Nossa lasciva!
Justo no momento de ser agraciada com lenha
A dama danou-se a caminhar rumo à residência
Deixou um comunicado para minha pessoa
(Ocasionalmente nos encontraremos pela cidade)
(Ocasionalmente nos encontraremos pela cidade)
(Ocasionalmente nos encontraremos pela cidade)
(Ocasionalmente nos encontraremos pela cidade)
Nossa lasciva!
Justo no momento de ser agraciada com lenha
A dama danou-se a caminhar rumo à residência
Deixou um comunicado para minha pessoa
Biltremente
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Encontros & Desencontros
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Breve Poeminha Sobre Saudades Chuvosas
Rubros lábios contrastando com céu cinzento
As "loucuras" propostas não foram concebidas/realizadas
Não sei se faltou coragem pra fugir e "nos raptar" desse cotidiano de obrigações e chatices diárias
O bat-sinal não foi lançado aos céus como alegoria de um pseudo-socorro
Mais uma vez a saudade do que nunca tive me corrói
Me destrói
Me desconstrói
Me reconstrói
Sim, as bocas permanecem inertes e distantes
Isso não significa que elas devam permanecer assim só imaginando a distância diminuindo
Sabores, imagino sabores...
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Diário de Bordo
Ainda estamos aqui à deriva, sem grandes motivações, apenas boiando nesse mar sujo de aparências ocas e meias verdades.
Gado aquático sem brilho nos olhos,sem esperança, sonhos complexos ou algo que o valha.
Águas calmas não trazem tranquilidade, é ilusão, apenas adiam a inevitável certeza de que a tormenta que está por vir deve ser enfrentada.
Ainda estamos aqui...
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Passa(n)do o tempo
Depois de alguns anos a vida é feita de contas a pagar, de notas fiscais comprobatórias, de revisões,previsões, check ups, e talvez textões.
Depois de alguns anos se sobrevive (dependendo da condição financeira)mais do que se "vive".
Depois de alguns anos tendemos a cantarolar em prosa (anedotas)mentiras e versos, vitórias passadas e ratificamos derrotas presentes.
Depois de alguns anos há mais dúvidas que respostas, se é que um dia houveram respostas.
Depois de alguns anos não se conserta as merdas que adubaram a vida com desculpas, dizendo que errou etc. Até nesse ponto a gente chegou.
Depois de alguns anos, há enganos, ainda, encontros são mais desencontros que a maioria dos "furos" nas vidas passadas.
O horror, o horror, o horror "do deserto do real" continua sempre mais intenso e visceral, mesmo depois de alguns anos...
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Sem transtorno,choro e nem vela. Precisamos falar sobre relacionamentos reais.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
O saquinho transbordante da hipocrisia
O prazer doentio que ludibria a mente dos mesquinhos(e pobres cosmicamente) é ter o ego massageado através de meias verdades que todos gostam de ouvir. Vivemos no eterno faz de contas, mas que de fato nunca acontece. Seja submisso e "viva feliz". Seja sincero e aguarde o paredão de fuzilamento oriundo do tribunal dos julgamentos bizarros e da "vontade divina", que andam lado a lado por sinal. Vivemos num mundo de cegos que não "enxergam" o interruptor instalado em seus próprios narizes. O telencéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor só servem se for pra dizer "amém" a tudo e a todos. Né isso amiguinhos?!
Sem mais.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Breve Poeminha Sobre o Paradoxo da Inércia Nossa de Cada dia
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
(Des)Virtualidade exposta na bienal do grotesco
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Sobre "ligações" mal feitas e suas interferências.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Solta o celular e conversa porra!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
(Des)Construir
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Haikai dos (Des)Encontros
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Sopro de Mudanças
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Cujusvis Hominis Est Errare
domingo, 21 de setembro de 2014
Haikai no chão, levanta, se joga e vem
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Decadance Avec Elegance
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Pessoas vão, pessoas vem, pessoas ficam
domingo, 17 de agosto de 2014
Mudar as dúvidas, sem nunca deixar de tê-las
Pensando com meus botões da camisa, já bem amassada, um questionamento me ferve a mente, um no meio de tantos que me explodem o cérebro todos os dias, nossas escolhas são nossas mesmo, ou na verdade não passam de uma junção de palpites alheios, suposições, divindades ou entes que "controlam" tudo,
e/ou conselhos de alguém que é de fato significante em nossas vidas?
Temos que aceitar o que somos. Vivo "pregando" isso, e agora bate uma vergonha minha ou alheia, não sei ao certo, de ter que pensar(Agora sim) ou melhor repensar com razoabilidade e não com fogo dos sonhos alheios e emoções compartilhadas, uma decisão tomada apenas pelo impeto de mudar por mudar. De maneira pura e simples.
Uma pausa nesse papo de "arrependimento emo". Enquanto escrevo, a playlist taca um
Creep - Radiohead, daqueles que fazem sentir falta do que nunca nos pertenceu. Sabem como é isso, não?!
Pois bem, onde estávamos... ah tá, vergonha das escolhas. É isso. Então, já com mais de 30 e ainda se deixar levar por emoções, se é errado não sei, só sei que é incomodo. Não me importa o pensamento alheio, me importa a instabilidade nos meus pensamentos, nas "minhas" escolhas. De repente, você se vê contra a parede, com dedos em riste nos mostrando o "caminho", mas a estrada pode ser de tijolos amarelos no seu prisma, e se eu for daltônico, como fica? De pontos de vistas "corretos", boas intenções e pastores da universal o hell ta lotado. Um fato é, nunca faremos somente aquilo que gostamos, mas não é errado se empenhar para fazer algo onde se encontre prazer, mesmo que seja na mais ralé das "posições sociais". Algumas das pessoas mais felizes no mundo voltam pra casa à noite sujas e fedendo, vindo da labuta.
Uma luta de onde não sairemos vencedores não faz tanto sentido assim. Calma, isso não é um texto suicida. É só um pouco de devaneios, mas nada preocupante. Eu acho. Vamos lá. Então se não podemos ser responsáveis por nossas escolhas pra quê esses papo de livre arbítrio, se todas as vezes que temos algo pra decidir pensamos no impacto que isso irá causar no outro, e não no bem/mal que irá causar em nós mesmos? Sei, você dirá que o nome disso é responsabilidade. Mas não seria algo mais complexo, uma questão mais transversal do que simplesmente uma palavra que representa uma ação consciente?
Poder fazer escolhas, repensar, fazer de novo, fazer melhor deveria ser tão simples quanto respirar. A angústia das escolhas erradas é tão ruim quanto o direcionamento alheio ou o empurrão próximo para o caminho "certo". Frustrações a parte, preciso mudar, eu tenho que mudar, mas será que eu quero mudar?! A maioria das infelicidades é acarretada, de fato, quando pomos em xeque se tudo que fazemos vale mais a pena para os outros do que pra si. Existe destino, fatalidade, caminho traçado etc? E porque não ser uma metamorfose ambulante, deixando de ter aquela velha opinião formada sobre tudo?!